CONCLUÍDO o pós-doutorado!

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Na Universidade Federal Fluminense / Instituto de Arte e Comunicação Social – Cultura e Territorialidades –

Tese desenvolvida: ‘Marketing para as Artes: evolução do conceito – e da aplicação – do marketing cultural’.

Trecho extraído da Declaração emitida pela Coordenação do PPCult, recebida ontem (12/04):

“UFF/IACS/PPCult… declara a valiosa contribuição dos estudos desenvolvidos – que resultaram em instigante tese -, indicada para publicação junto à coleção ‘Cultura &…’, … o livro ‘Cultura & Marketing para as Artes’, no prelo da Editora Lumen Juris. Parabenizamos o pesquisador pelo belíssimo resultado. Niterói, 03/03/2017. Prof. Dr. Luiz Augusto F. Rodrigues, Coordenador”.

OBRIGADO, SENHOR!

Manoel Marcondes Machado Neto, RP de artistas desde 1982.

Sobre a absolutamente presente questão geracional…

0065A quem interessar possa, início e final dos períodos (considere que há uma margem de 3 anos para antes e para depois em cada ano demarcatório a seguir – áreas cinzentas em que se sobrepõem características de duas gerações.

Eu, por exemplo, estou entre a Geração Baby Boomer e a Geração X, considerando-me, porém, em autoavaliação, um típico ‘exemplar’ da Geração X – assim denominada justamente por tratar-se de uma Geração Incógnita, ou seja, que ‘não disse a que veio’, sendo absolutamente esmagada pela passagem direta dos bastões do poder da Geração Baby Boomer (dos hippies de 1968) à Geração Y (dos yuppies de 1990):

– Tradicionalistas: de 1919 a 1944 (*) – com 18 anos em 1937
(são os nossos avós) [Obs.: Na tabela original, de 1932 a 1944]

– ‘Baby Boomers’: de 1945 a 1957 – com 18 anos em 1963
(fizeram a primavera de Praga e estiveram em Woodstock)

– Geração X: de 1958 a 1970 – com 18 anos em 1976
(nem hippies nem yuppies, viram a vida passar sem mudar)

– Geração Y: de 1971 a 1983 – com 18 anos em 1989
(o filme ‘Wall Street – poder e cobiça’ representa esse tempo)

– ‘Millennials’: de 1984 a 1996 – com 18 anos em 2002
(nerds, geeks – populam as gigantes do Vale do Silício)

– Geração Z: de 1997 a 2009 – com 18 anos em 2015
(bem os representam Airbnb, Uber e que tais) – ‘the big shift’

Não fruto de uma ciência ‘exata’, mas tema objeto de ensaios, muita desinformação tem sido publicada sobre gerações (sobretudo sobre a Geração Y), muitas vezes abarcando em 1 até 3 períodos geracionais que, se em meados do século passado se completavam a cada 25 anos (*), a partir de então – e neste ensaio – são considerados como durando a metade desse tempo, 12 anos e meio. Há quem defenda, hoje, que ‘geração’ já é coisa de década, mas – por ora – mantenho minha visão particular.

E quem completou 18 anos em 2016? Andamos à procura de uma letra – ou de um apelido – que os represente. Talvez A ou, talvez, ‘Alternatives’.

Quem viver, verá.

Gratidão. A palavra não pode ser outra.

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Às Relações Públicas, à minha orientadora Margarida Kunsch, e ao Versátil RP.

Às Relações Públicas, por terem entrado na minha vida há 40 anos (em 1976 eu estava me inscrevendo em dois vestibulares – o da FUVEST e o da Cesgranrio, ambos para RP);

À eterna mestra por entronizar-me no que ela chama de ‘artesania intelectual’;

Aos amigos errepês – cúmplices na paixão pela área – do Versátil RP, por contar essa história, essa efeméride, a todo o pessoal que faz o sucesso de audiência do site.

Valeu!

E que 2017 – 50 anos da nossa querida profissão – seja bom, feliz e produtivo para todos!

ONTEM, 11 de dezembro, a Lei 5.377/1967, que regulamentou a profissão de relações-públicas, completou 49 anos.

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MUITAS ocupações (das mais de 2.400 constantes do CBO – Catálogo Brasileiro de Mão-de-Obra, do Ministério de Trabalho) vêm lutando por regulamentação semelhante, há anos, no Congresso Nacional.

NÃO FAZ sentido que em um ambiente de complexidade como o que vivemos, e com cenários tão vertiginosamente mutantes, dispensemos a institucionalidade de nossa âncora legal.

RP: registre-se no Conrerp de sua Região. E comemoremos os 50!

Há quem diga que a nossa lei ‘está velha’… Discordo veementemente!

E se dizer isso no meio acadêmico é desserviço, desestímulo e manipulação, no meio de negócios é prova de amadorismo, ignorância ou má-fé.

Uma sociedade desenvolvida é uma sociedade institucionalizada, e instituições baseiam-se em tradição, costumes, cultura, história e… leis… que, afinal, são o fundamento da democracia.

Sobre RP e o mercado. Vale a pena rever o debate.

“ABERTURA” ou “FLEXIBILIZAÇÃO” da concessão do registro profissional de relações-públicas a não formados em RP, ou ainda, “ATUALIZAÇÃO” da Lei 5.377/1967 – são parte do passado, com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o bacharelado em RP, independente e autônomo – em vigor há um ano. NOSSA LEI é ótima, concisa e objetiva.

TEMOS, sim, que conquistar – com COMPETÊNCIA – o lugar da nossa formação-profissão no mercado.

MAS… vale a pena RELEMBRAR O DEBATE.