A espiral do conhecimento: permanentemente em construção.

Julho/2019 – O construto teórico-prático se amplia e se redefine como ‘Composto da Comunicação Funcional’, adaptando-se à evolução das demandas organizacionais. Os conteúdos estratégicos e táticos das novas instâncias já estão inseridos na versão ‘2.0’ do Índice de Transparência Ativa ‘5R INDEX’ – que permanece assim denominado e sob a mesma marca registrada.

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Conrerp3 convida para webnário com Manoel Marcondes Neto – 25/06 às 20 horas.

044DIVULGAÇÃO – CONRERP 3a. REGIÃO

Marcondes Neto abordará “A gênese e a evolução do composto de Relações Públicas Plenas (2012-2019)” no InovaRP que acontece no próximo dia 25, às 20 horas, em webinário.

– Profissional relações-públicas formado pela UERJ e registrado no Conrerp1 (RJ), é pós-doutor em Cultura pela UFF e doutor em Ciências da Comunicação pela USP sob a orientação de Margarida Kunsch.

– Professor da Faculdade de Administração e Finanças da UERJ e cofundador do Observatório da Comunicação Institucional, foi secretário-geral no Conrerp1 (2010-2013) e é conselheiro no Conferp (2019-2022).

O InovaRP é uma série de webnários que o Conrerp 3a. Região promove geralmente toda última terça-feira de cada mês com o objetivo de trazer profissionais de vanguarda abordando temas e assuntos atuais que estejam transformando, mudando, acrescentando e fazendo crescer nossa profissão. Tudo que seja novidade em matéria de relações públicas, comunicação e assuntos pertinentes será abordado no InovaRP.

Os webnários são ao vivo, transmitidos pelo YouTube em tempo real e depois disponibilizados para quem quiser assistir quando e onde quiser.

Podem ser assistidos de casa, do trabalho, no PC ou notebook, tablets e até mesmo via celular. Quem assistir ao vivo pode participar interagindo com comentários e perguntas.

Assista o InovaRP em http://www.youtube.com/c/iNovaRPConrerp3

Transmissão também via http://www.fb.com/conrerp3

PARTICIPE!

Sobre a concessão de registro profissional de relações-públicas a concluintes de cursos ‘análogos’ ao de RP.

Há exato 1 mês publiquei em minhas redes sociais uma CARTA ABERTA explicando as minhas razões para pedido de licença do cargo de conselheiro efetivo do Conferp.

Agora, com a publicação da  Resolução Normativa 99 – 2019, creio que fica mais claro o espírito de minhas colocações.

Respeitando a suprema colegialidade das decisões, recolhi-me à difícil posição dissidente, algo que já havia sido demonstrado em duas plenárias. Figurar como alguém sempre ‘do contra’ em reuniões não me seduz. E preferi a saída constitucional que o Regimento Interno da Autarquia Federal faculta, tornando-me conselheiro suplente.

Sou, como costumo dizer, ‘RP desde 1978’ – primeiro ano de minha opção por um bacharelado de Comunicação Social (no então IPCS – Instituto de Psicologia e Comunicação Social – UERJ) com habilitação única em Relações Públicas. E não poderia assumir posição incoerente e contraditória em relação a todo um trajeto de mais de 40 anos em defesa do nosso bacharelado específico, de nossa Lei 5.377/1967, do Sistema Conferp-Conrerp (de 1969) como desenhado pela ABRP (de 1954), do nosso Código de Ética, e do instituto da Responsabilidade Técnica sobre a ‘informação de caráter institucional’ e ‘ensino de disciplinas de RP’ – únicas ‘atividades privativas’ nossas ao lado da supervisão de emissão de extratos de opinião pública – responsabilidade há muito perdida para as entidades do campo da Estatística.

Há coisas que precisam de ‘modernização’, sim. Mas há outras, pétreas, que precisam mais é de cumprimento e respeito.

Esta é minha análise frente à decisão de franquear a cursos ‘análogos’ o registro profissional de relações-públicas. Esta é minha opinião, a qual convive – sempre, democraticamente – com a dos que pensam diferente de mim.

LINKS AFINS

https://observatoriodacomunicacao.org.br/notas/lancada-nova-denominacao-comunicacao-corporativa-avisem-o-mec/

https://pt.slideshare.net/marcondesneto/uniso-25112014?qid=06a063f5-9b8a-43d6-a0dd-55d6694f898d&v=&b=&from_search=56

http://fac.unb.br/comunicacao-organizacional/ (Curso que não apresenta uma disciplina que mencione RP sequer)

http://marcondes-at-blog.blogspot.com/2016/10/sobre-o-mercado-para-relacoes-publicas.html

https://wwwrrpp.wixsite.com/doutrina-rp

OBS.: No mandato de Julia Furtado (anterior à gestão atual), atuei como Assessor de Relações Institucionais do Conferp e, nesta qualidade, acompanhei a diretoria executiva – em Brasília – a duas visitas ‘históricas’: (1) à UnB – para tratar do curso de Comunicação Organizacional; quando a mesma ignorou solenemente as nossas ponderações; e (2) ao MEC – para tratar do mesmo tema (vide dois links a seguir); igualmente sem sucesso. Diante disso, o que fazer? Continuar na luta ou capitular? A gestão Julia Furtado não capitulou. Já a atual, parece que sim.

009 -17 – Diretoria de Política Regulatória MEC

RESPOSTA DO MEC Of 03-17

IMPORTANTE: Em reunião de trabalho havida nesta data, a diretoria deste OCI ratificou o posicionamento de seu diretor-presidente como sua, institucional.

Radicais livres: precursores da internet se transformam em militantes anti-digital.

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Quando publicamos a nota ‘Por uma revolução analógica’, em maio passado, muitos docentes e discentes próximos tacharam-nos ‘radicais’.

Ontem, quando O Globo deu voz aos mesmos autores partícipes ‘digerati’ contemporâneos dessa ideia, talvez aqueles mesmos interlocutores agora a tachem de ‘in’.

A Auditoria Funcional da Comunicação Organizacional para aferição do Índice de Transparência Ativa ‘5R INDEX’ – lançada pelo OCI naquele mês – é, inteira, obra ‘digerati’.

É preciso lembrar que a Comunicação é ciência humana e que a Administração é ciência social. Já a ‘cool’ Tecnologia da Informação é… ‘techie’. OK, mas organizações são gente.

LINK para a nota publicada no OCI em 29/05/2018 – https://lnkd.in/eVSA5nH

LINK para a matéria publicada n’O Globo de hoje – https://lnkd.in/e3mngGp

RRPP: no futuro sempre tem mais…

Como um típico construto didático-pedagógico, o composto ‘Resumo das Relações Públicas Plenas’ (RRPP), nascido em 2012 com 4 instâncias, é dinâmico e evolui com o tempo. 

Tínhamos, então:

– Reconhecimento no meio social

– Relacionamento com públicos-chave

– Relevância no segmento de atuação

– Reputação administrada

E a cada uma dessas 4 instâncias correspondendo 2 estratégias e 4 táticas, assim:

Em 2015, os 5 Rs, incorporando

– Resiliência institucional

Assim:

E agora, em 2018, os 6 Rs, incorporando

– Responsabilidade.

Com as seguintes estratégias:


– Compromisso com condutas éticas e legais

– Compromisso com normas contábeis-financeiras

E as seguintes táticas:

– esfera civil – Answerability

– esfera social – R$Compartilhada

– esfera ambiental – Safety/Security

– esfera fiducial – Padrões IFRS/Public Trust

O fim prevalente destes desdobramentos é didático-pedagógico. 

Já para a aferição do ‘Índice de Transparência Ativa’ permanece válido o composto de 5 Rs – que formatou o ‘5R INDEX’ acima, lançado a 16 de maio último no 21o. Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas.