CONCLUÍDA A FASE DE DEFESAS. AGORA É CORRER P’RO ABRAÇO!

LINK – https://www.youtube.com/watch?v=ClB44p2fkt4&index=1&list=PLNTfSTseAWUFi5QsLXlpP7xwWyJVmFsnv

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Veiculando e anunciando… sem saber para quem.

Se a glória da internet é ser randômica, sua desgraça também o é – pela mesma razão.
Para filtrar conteúdos e dirigi-los sem o problema da aleatoriedade, a publicidade programática no meio web seria tão ou mais cara que a dos meios tradicionais, com o incômodo de tornar-se – mesmo – um big brother a la George Orwell.
LINK –

Trump, Gilmar e o fim da realidade. Por José Padilha.

Deu hoje n’O Globo (P. 8):

Disseminação de ‘fake news’ passa a ser obra de candidatos, presidentes e ministros de Suprema Corte. Em quem podemos acreditar?

LINK – https://oglobo.globo.com/brasil/trump-gilmar-o-fim-da-realidade-21569453

COMENTÁRIO

Quando José Padilha – com acerto – menciona o conceito de ‘enunciados declarativos’ citando Quine (Wilard Van Orman Quine, 1908-2000, filósofo estadunidense), chega a um dos bastiões do discurso – seja ele filosófico, político ou organizacional – o ‘statement’ (cujo termo ‘enunciado declarativo’ é a melhor tradução).

E ‘statement’ é, também, a base da comunicação institucional.

É quando o ‘discurso sobre si’ (já me referi – numa entrevista – a esta categoria como sinônimo da ‘fala do trono’ dos tempos de El Rey) adquire poder (e responsabilidade) de ser verdade. Ou, pelo, menos, a verdade de quem o emite.

Este é o cerne das relações públicas ‘plenas’ – a concepção de ‘public affairs’ que a Academia – na área de RP – escolheu no Brasil, para muito além do anglo-saxônico ‘public relations’ (PR) – das ‘press relations’ (ou ‘media relations’).

A preocupação para com a verdade (dos fatos), assim como deve pautar o jornalismo profissional, é ‘a’ pauta dos relações-públicas.

Foi-se o tempo da ‘contenção’ por meio de ‘releases’ mentirosos ou de meias verdades. Com a liberdade de expressão e opinião amplificada pela tecnologia hoje disponível a qualquer um – indivíduo ou organismo institucional – é questão de tempo (às vezes medido em segundos) para que um ‘statement’ seja derrubado por fotos, gravações e até escritos publicados que provam ser ‘a verdade’ exatamente o contrário do que se enunciou.

CLIQUE AQUI para mais sobre institucionalismo, institucionalização e institucionalidade.

CONCLUÍDO o pós-doutorado!

001

Na Universidade Federal Fluminense / Instituto de Arte e Comunicação Social – Cultura e Territorialidades –

Tese desenvolvida: ‘Marketing para as Artes: evolução do conceito – e da aplicação – do marketing cultural’.

Trecho extraído da Declaração emitida pela Coordenação do PPCult, recebida ontem (12/04):

“UFF/IACS/PPCult… declara a valiosa contribuição dos estudos desenvolvidos – que resultaram em instigante tese -, indicada para publicação junto à coleção ‘Cultura &…’, … o livro ‘Cultura & Marketing para as Artes’, no prelo da Editora Lumen Juris. Parabenizamos o pesquisador pelo belíssimo resultado. Niterói, 03/03/2017. Prof. Dr. Luiz Augusto F. Rodrigues, Coordenador”.

OBRIGADO, SENHOR!

Manoel Marcondes Machado Neto, RP de artistas desde 1982.

Sobre a absolutamente presente questão geracional…

0065A quem interessar possa, início e final dos períodos (considere que há uma margem de 3 anos para antes e para depois em cada ano demarcatório a seguir – áreas cinzentas em que se sobrepõem características de duas gerações.

Eu, por exemplo, estou entre a Geração Baby Boomer e a Geração X, considerando-me, porém, em autoavaliação, um típico ‘exemplar’ da Geração X – assim denominada justamente por tratar-se de uma Geração Incógnita, ou seja, que ‘não disse a que veio’, sendo absolutamente esmagada pela passagem direta dos bastões do poder da Geração Baby Boomer (dos hippies de 1968) à Geração Y (dos yuppies de 1990):

– Tradicionalistas: de 1919 a 1944 (*) – com 18 anos em 1937
(são os nossos avós) [Obs.: Na tabela original, de 1932 a 1944]

– ‘Baby Boomers’: de 1945 a 1957 – com 18 anos em 1963
(fizeram a primavera de Praga e estiveram em Woodstock)

– Geração X: de 1958 a 1970 – com 18 anos em 1976
(nem hippies nem yuppies, viram a vida passar sem mudar)

– Geração Y: de 1971 a 1983 – com 18 anos em 1989
(o filme ‘Wall Street – poder e cobiça’ representa esse tempo)

– ‘Millennials’: de 1984 a 1996 – com 18 anos em 2002
(nerds, geeks – populam as gigantes do Vale do Silício)

– Geração Z: de 1997 a 2009 – com 18 anos em 2015
(bem os representam Airbnb, Uber e que tais) – ‘the big shift’

Não fruto de uma ciência ‘exata’, mas tema objeto de ensaios, muita desinformação tem sido publicada sobre gerações (sobretudo sobre a Geração Y), muitas vezes abarcando em 1 até 3 períodos geracionais que, se em meados do século passado se completavam a cada 25 anos (*), a partir de então – e neste ensaio – são considerados como durando a metade desse tempo, 12 anos e meio. Há quem defenda, hoje, que ‘geração’ já é coisa de década, mas – por ora – mantenho minha visão particular.

E quem completou 18 anos em 2016? Andamos à procura de uma letra – ou de um apelido – que os represente. Talvez A ou, talvez, ‘Alternatives’.

Quem viver, verá.