MEDITERRÂNEA INFORMA: o relações-públicas, professor e consultor Manoel Marcondes Machado Neto está satisfeito.

MEDITERRÂNEA INFORMA: o relações-públicas, professor e consultor Manoel Marcondes Machado Neto está satisfeito.

Em suas próprias palavras:

– Consegui, após muitos anos de estrada, trazer – para uma só equipe – uma administradora, três jornalistas e uma publicitária, a fim de trabalharmos – juntos – a integração da comunicação de nossos clientes atuais e futuros, o que se convencionou chamar de ‘comunicação total’ ou ‘comunicação 360 graus’, unindo de forma balanceada a comunicação interna, a comunicação institucional e a comunicação de marketing. E tudo isto, a baixo custo.

Isto acontece agora, exatos 30 anos depois de Margarida Kunsch demonstrar ao Brasil o alcance da ‘comunicação integrada’ praticada nos países desenvolvidos desde a década de 1970. E o grupo de profissionais, cada um à frente de sua própria empresa, ainda conta com uma MEI de relações-públicas no atendimento, totalizando sete pessoas sob o ‘Coletivo Umbrella’, iniciativa típica da economia solidária para este tempo de indústrias criativas.

Conheça – https://www.youtube.com/watch?v=r_SvHjFdes0.

Lucila Komolibus.

TRANSPARÊNCIA ATIVA = Legislação de Acesso à Informação + Regulamentos CVM + RP Plenas.

4 Rs FULL PR

MEDITERRÂNEA PROPAGANDA informa: LANÇADO – via amazon.com – o novo livro de Manoel Marcondes Machado Neto voltado à área da governança corporativa intitulado ‘The business of transparency’, obra na qual é proposto o mix de ‘4 Rs’ de RP Plenas e descrita a teoria do autor que coloca a Comunicação como o terceiro pilar da tríade que pode, de fato, ‘entregar’ uma transparência – que denomina ‘ativa’ – aos ‘stakeholders’, em conjunto com os ditâmes da Contabilidade e do Direito, os quais, sozinhos, não mais são suficientes, pois não vão além da ‘transparência passiva’ atual – que não mais atende porque coloca no público a responsabilidade pela busca da informação.

MEDITERRÂNEA PROPAGANDA reports: RELEASED – via amazon.com – the new book by Manoel Marcondes Machado Neto directed to the area of corporate governance entitled ‘The business of transparency’, a work that proposes the ‘Full PR’ compound (‘4 Rs’) and describes the author’s theory that puts the Communication as the third pillar of a triad that can, in fact, deliver transparency – named by him as ‘active transparency’ – before organizations’ stakeholders in addition with the Accountancy and Law requirements, which, themselves, are no longer sufficient, only a ‘passive transparency’ – which does not meet currently because it puts on the public the responsibility for the pursuit of information. The ‘4 Rs’ are: recognition, relationship, relevance and reputation.

LINK – https://goo.gl/Bs1Zn3

Next May 9, will be released ‘The business of transparency’.

Prova de Capa

The book describes a theory that puts Communication as the third pillar of the triad that may, in fact, deliver ‘active transparency’ to stakeholders, along with the dictates of Accountancy and Law, which, by themselves do not go beyond the current ‘passive transparency’ – that no longer serves, because it puts in the public the responsibility for searching information.

https://www.amazon.com/business-transparency-Recognition-Relationship-Reputation-ebook/dp/B01ESBSLC0?ie=UTF8&keywords=machado%20neto&qid=1462585451&ref_=sr_1_1&sr=8-1

Firmo Neto, presidente do Conrerp5 indaga, quanto ao Conselho: – Ninguém se filia porque não faz nada, ou faz nada porque ninguém se filia?

Eu respondo:

– Primeiro veio a atividade (‘nascida’ a 1914, no Brasil), depois a associação de seus praticantes (1954, com a ABRP), depois a lei 5.377 (1967), e – finalmente – o Sistema Conferp-Conrerp, inspirado e desenhado pela própria ABRP (em 1969).

Portanto, colegas, primeiro vem a escolha da formação (esta ninguém nos tira) e um bom desempenho profissional – para que reconheçam nossa atitude (em qualquer atividade que abracemos, desde estágios ruins até sermos trainees em grandes corporações, e sob qualquer denominação de cargo – assistente, auxiliar, analista etc.).

Tal conjunto de virtuosos (gente que trabalha sério e bem a ponto de serem perguntados… “no que mesmo você se formou?”) é que ‘recheiam’ a(s) sua(s) entidade(s) representativas, inclusive o Conselho Profissional (… e nos menos de 30 casos em que uma ocupação é… profissão regulamentada).

E as virtudes é que são transmitidas diretamente à autarquia (nunca o contrário). Imaginemos um monte de picaretas criando uma entidade linda e rica (tipo CNI, CNA, CNT, CNC – nada contra tais entidades, são – aqui – só siglas exemplificadoras). De que adianta? Se a credibilidade é zero?

Prefiro fazer parte de uma digna cooperativa de catadores de lixo, com CNPJ limpo na praça. É como disse John Kennedy: – Não pergunte o que os Estados Unidos podem fazer por você, mas o que você pode fazer pelos Estados Unidos.

Nossa conduta profissional, no dia a dia, por uma vida inteira, é que empresta – junto a milhares de outras – vida e dignidade à nossa entidade reguladora. Ela precisa de nós e existe, não para defender nossos interesses, mas sim para defender a cidadania de maus profissionais de nossa área – como acontece com os demais Conselhos Profissionais. E deve ser mantida por nós – como prevê a lei – e não pelo Estado.

Quando fui sondado para participar pela primeira vez do Conrerp1, perguntei à minha esposa, que é médica, “… por que razão (e como via) a existência do CRM?”. Ela respondeu-me, simplesmente, “… ora, o CRM tem que estar lá e por isso mantenho-o desde que me formei – se houver um processo contra mim, é lá que as coisas têm que ser julgadas, junto aos meus pares”.